Parece que a cadeira da presidência da AJRAM está amaldiçoada, o Dr Janair Oliveira entregou recentemente a sua demissão após menos de um ano de função. Aconteceram situações que o mesmo achou serem execessivas e que levaram a sua demissão (não sei quais as razões por isso não posso explicitar). Quando parecia que alguma coisa mudava a favor dos atletas vamos lá nós de ter de encarar mais uma mudança de direcção, aguardasse neste momento uma Assembleia Geral para nomear os novos dirigentes e oficializar a saida de Janair Oliveira.
Como na última demissão fiz um agradecimento final ao Sr Engº, tenho também de faezr um agradecimento ao Jaanir Oliveira e desta vez sem ironias, queria agradecer pelo que fez no pouco tempo de presidência que teve, foi uma pessoa que acreditou nos projectos que foram apresentados a nivel desportivo e lutou por eles, foi alguém que acreditou em quem realmente tem amor e dedicação ao Judo defendendo sempre quem realmente queria trabalhar em prol da modalidade, daí o meu agradecimento especial.
Está aberto o debate sobre o assunto e qualquer pessoa é livre de comentar ou manifestar as suas opiniões no Blog. Após a tentativa de encerramento do nosso espaço de desabafo o Comissão Disciplinar já respondeu ao processo colocado sobre os comentários deste blog e manifestou que podemos continuar a expressar as nossas opiniões sem perigo de incorrermos em processos disciplinares e coisas do genero.
terça-feira, 12 de julho de 2011
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Obrigado Janair por ter acreditado na minha capacidade de trabalhar o projecto dos jogos das ilhas. Para o Ano vamos ser a modalidade sensação dos Jogos e a nosso resultado surpresa será dedicado a si.
ResponderEliminarApós manifestação do Conselho disciplinar somos novamente livres de manifestar opiniões, mas cuidado com o palavread não venham para aqui com tomates nem cebolas nem pepinos
Boa tarde Flávio,
ResponderEliminarSem dúvida uma "má notícia". Não conheci pessoalmente o Dr. Janair Oliveira mas, a julgar pelas opiniões que recolhi, parece-me que era alguém que entendia o Judo de uma forma diferente das duas direcções que lhe antecederam. Penso que todas essas "queixinhas" que deram origem ao tal processo disciplinar, felizmente arquivado, o devem ter desgastado bastante.
Sugestões: avance o "Adjunto", Prof. César Nicola, que, pelo que me pude aperceber ainda dos seus tempos de atleta, está mais do que preparado para o desempenho de tais funções. Gosta e sabe muito de Judo e isso, nesta fase, é o mais importante.
Outro bom candidato, que sei que um dia será Presidente da AJRAM, quer queira quer não queira, seria o Dr. Carlos Pereira (não, não é o do Marítimo). Tem é de ter cuidado com os legumes...
Parece mesmo que as pessoas entram cheias de boa vontade na associação, acreditam que estão a entrar num meio de uma modalidade pequena em que todos têm um objectivo comum, começam a faezr o seu trabalho em prol da modalidade e depois começam a se sentir puxados e prssionados para um lado e outro com mesquinhice e processos disciplinares, queixinhas, etc. De facto assim não há quem aguente.
ResponderEliminarJá agora em Setembro temos um estágio na choupana e não há transporte da associação para o local, será que haverá atletas a não pdoerem ir porque moram longe? ou será que para certas situações a distância torna-se mais pequena?
ÀÀÀÀÀÀ PAZZZZZZZ...
ResponderEliminarAté vão a pé!!!!!!!!
lololololol
E a Historia do Blogspot????
ResponderEliminarSe não for publicada eu não faço o nº2...
lolololol :P
Ao abrigo do Direito de Resposta consignado na Lei de Imprensa, artigos 24º e 25º da Secção I capítulo V, venho exigir que o meu esclarecimento enviado ao DN seja publicado na Íntegra.
ResponderEliminarCom relação à matéria publicada no Diário de Notícias, sábado passado, 16 de Julho de 2011, pelo jornalista Herberto Duarte Pereira, também funcionário do IDRAM, venho manifestar o meu desagrado com o conteúdo difamador e caluniador em que o meu nome é arrastado ao submundo mesquinho do jornalismo tabloidiano e que uma matéria totalmente descabida sem base moral e documental, compromete todo o meu espírito de sacrifício e empenho durante os cinco meses enquanto Presidente da AJRAM.
Conforme o início da matéria em que a minha demissão estava no “Segredo dos Deuses”, inicio a minha nota de esclarecimento, com uma passagem Bíblica, já que o Sr. Jornalista preferiu tratar do assunto com metáforas e suposições graves sem a averiguação correcta dos factos.
"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu (...) tempo de estar calado e tempo de falar" (Eclesiastes,3:1-7).
Portanto, venho apresentar os factos concretos para o exposto:
1-Com relação ao Título Associação de Judo demite Presidente:
Totalmente falso, pois apresentei a minha primeira carta de demissão a 12 de maio, por incompatibilidade com o Prof. Destacado da AJRAM,e pressões por parte de “saqueadores tradicionais” da AJRAM,antes dos Jogos das Ilhas, que foi negada pela Direccção e acabei por reconsiderar,esperando por parte da Direcção um maior e melhor acompanhamento dos assuntos internos graves que forão apresentados, assuntos estes, apresentados também, durante uma Reunião com o Presidente e Vice-Presidente do IDRAM. A apresentação da minha segunda carta de demissão, repito, segunda carta de demissão, ocorreu a 5 de julho deste ano, pelas mesmas razões anteriores. Já agora para que se tenha conhecimento uma Direcção não tem o poder de demitir o Presidente da AJRAM, quem tem este poder é a Presidente da Assembléia Geral,e, respectivos Clubes afiliados, que não estão de acordo com a minha saída. Somente na Assembléia Geral de 25 de julho é que será oficialmente formalizada a minha saída e aceitação ou não por parte da Assembléia Geral, da nova Direccção, caso contrário deverão ser convocadas novas eleições.
2- Com relação a rotura entre o Presidente e sua equipa de trabalho:
ResponderEliminarComo é de conhecimento de todos, o anterior Presidente também se demitiu, portanto não posso dizer que encontrei a casa arrumada, muito pelo contrário… Falava-se em “cancros dentro do judo”, e isto me fez entrar em estado de alerta pelos primeiros dois meses. Felizmente estes ditos “cancros”, eram técnicos/dirigentes que tinham e tem um amor e dedicação incondicional ao judo e de forma voluntária. Ao contrário dos “encrenqueiros de plantão”, mercenários e piratas da AJRAM que tive que travar algumas batalhas, trazendo aí sim alguma insatisfação, pois estariam privados das decisões abonatórias ao seu ego, com estes a rotura foi definitiva e atraumática para o bom funcionamento e execução do projectos apresentados pela AJRAM. Na segunda semana do meu mandato, houve a substituição do nosso Secretário que foi um ganho qualitativo para a Direcção.Também tivemos dois meses sem Tesoureiro que estava a cursar uma pós-graduação.. .Portanto, as reuniões durante este início de mandato eram feitas com metade da Direcção, sendo por vezes desmarcadas por falta de quorum. As minhas decisões eram de conhecimento geral, tentei trabalhar sempre de forma transparente, comunicando à Direcção e Clubes as decisões por mim tomadas. A partir do mês de abril,contamos com a participação do Tesoureiro, Conselho Fiscal, em que os balancetes dos anos anteriores foram averiguados e confrontados com os meus primeiros meses de do meu trabalho, ou seja, o controle financeiro da AJRAM era da responsabilidade destes órgãos.Baseado nisto apresentei propostas de reformulação de apoios, modelo de competição e controle dos gastos da Associação,isto tudo foi aprovado em conjunto pela Comissão Técnica e Direccção, com o aval do e conhecimento dos Clubes, IDRAM e FPJ e da Presidente da Assembléia Geral, portanto, se as decisões foram arbitrárias, as consequências seriam da responsabilidade de todos, felizmente a Associação tem provas documentais suficientes de que isto não ocorreu, pois não temos passivos e a nossa conta corrente tinha um saldo positivo de 35.483,00 Euros, à data da minha demissão.Com um pormenor, em que dotei a sede da AJRAM com uma infra-estrutura que antes da minha posse não existia, trabalhei arduamente na recuperação do prestígio e imagem do Judo Regional, investi na elaboração de um Site e reuní-me com a Mídia Regional, para evitar informações tendenciosas e pouco isentas por parte de alguns Clubes. Apoiei e cumpri todo o calendário Regional, Nacional, e investi em alguns atletas com possibilidades de Títulos Internacionais.Apoiei as deslocações de árbitros, estágios de controle mensal dos atletas, competições internacionais e realizamos o melhor estágio de sempre na Madeira(no CD Nacional), inclusive com a realização de um painel aonde se reuniram as autoridades máximas da FPJ e IDRAM para discutirmos e arranjarmos soluções à propósito das dificuldades financeiras impostas à nossa insularidade , diante dos tempos que se aproximavam.Graças a estes “gastos financeiros avultados” que se refere a matéria, tivemos uma época em que se verificou a participação e evolução de atletas Madeirenses com os títulos nacionais, europeus e reconhecimento dos árbitros por parte da FPJ , reforçando a idéia de que o judo Regional insistia em existir…Para conhecimento de todos, os cheques assinados para pagamento das nossas despesas, obriga a duas assinaturas, os pagamentos por Multibanco, ficam registados,e a apresentação de facturas e extracto, comprovam a saída de valores, averiguados sempre, pelo Tesoureiro.
3- Dito isto, de forma resumida,acredito que a “total desorganização em que colocava em causa o futuro da modalidade”, só tenho pena de afirmar que as pessoas que perceberam que não teriam mais os benifícios financeiros que tradicionalmente recebiam no passado, venham alimentar a discórdia e lançar o seu veneno para quem realmente deseja trabalhar pelos atletas e pela filosofia imposta pelo judo. Tenho muita pena de ter sucumbido ao escárnio de alguns parasitas que rodeiam e fazem parte do judo Regional. Acredito também que a “desorganização”, passa pelo desmande em que assuntos internos são veiculados na comunicação social, no sábado, para linxamento público moral de um Presidente, e, no dia a seguir vem uma pequena informação desmentindo o ocorrido, em forma de pedido de desculpas por parte da Direccçao da AJRAM…“A covardia da calúnia e difamação, que sentencia o inocente a pagar por um crime que não cometeu, é a mais devastadora das armas do ignorante, ela estraga e emporcalha tudo que toca, alem de enegrecer profundamente aquilo que não conseguir exterminar”
ResponderEliminarPor esta razão entrarei com uma queixa-crime de Calúnia e Difamação contra a AJRAM, que deverá responder pela irresponsabilidade da vergonhosa notícia apresentada e desmentida de forma desproporcional.
4- Com relação “figuras da modalidade terem sido demitidas”, espero que a verdade seja novamente posta à prova, pois a vitimização destas figuras ,não fica bem para o seu curriculum, apresentaram incompatibilidade não só com o Presidente, mas com toda a história passada da AJRAM, trazendo a discórdia e seus fracos requisitos humanos não justificando o meu esforço em preservá-los na AJRAM, portanto limitei-me a aceitar sua(s) saída(s), assim como sentí-me na necessidade de me afastar, de forma atraumática e sutil para o bem do judo regional, sem “queixinhas” e torcendo para que a semente que plantei dê bons frutos…
5- Com relação ao “vazio directivo” em que a modalidade vivia , não é compatível com o sentimento de honradez que senti com o convite que me foi feito para Presidente da AJRAM, julgava ter sido levado em conta a minha idoneidade moral, profissional e familiar já que gozo de grande prestígio junto da Sociedade Madeirense. Isto faz-me pensar que os outros Presidentes diante do “vazio directivo”, tinham que ser obrigatoriamente engenheiros,médicos,…que não teriam tempo para se dedicar à Associação e mais facilmente os ratos de porão agiriam à calada da madrugada…
6- Do artigo apresentado ,concordo que o meu filho foi o grande impulsionador e “culpado”para aceitar o convite da AJRAM, como também foi graças a ele que não desisti a 12 de maio. Mas pelas experiências que vivi, questiono o código de honra do Judo que está a ser apresentado aos nossos filhos: Justiça e moralidade,coragem,compaixão,polidez e cortesia,sinceridade,honra,dever e lealdade…Será que é este o código pelo qual se rege o Judo Regional??? Quando alguém tiver a resposta que me avise, pois serei eu o “culpado”, pelo afastamento do meu filho desta modalidade!!!
Dr. Janair Alves Araújo de Oliveira
Ex-Presidente da Associação de Judo da Madeira
Independentemente de conhecer a realidade dos factos que deternminaram esta situaçao, constato que determinadas passagens da sua exposição soam-me a "Dejá Vu". Infelizmente nada disso é novo ou creio que alguma vez possa vir a ser na AJRAM.
ResponderEliminarCitou e bem o IDRAM, organismo que é o rei dos compadrios nesta terra: basta relembrar o absentismo total de uma técnica destacada por aquele organismo público para a AJRAM, prontamente denunciado pela minha pessoa àqueles (ir)responsáveis que nada fizeram por se tratar "da Eusébio" do Judo madeirense (tenho cópias das provas meticulosamente guardadas).
Obviamente que as "aves de rapina" mais uma vez lograram atingir o seu objectivo: depôr alguém que vai contra os interesses instalados.
Perante isto, apetece-me citar o mítico Alice Cooper num dos seus mais conhecidos temas: Welcome to my Nightmare!
Próximo dia 25 assembleia Geral para substituição dos orgão da Direcção da AJRAM. Será que vamos ter novamente votos em branco?
ResponderEliminarFoi ontem feita a substituição dos Orgãos da direcção da AJRAM passando esta a ser composta por:
ResponderEliminarCésar Nicola - Presidente
Celso Bettencourt - Vice-Presidente
Nélio Teles - Tesoureiro
Tiago Vitor - Secretário
Marco Matos - Vogal Efectivo
Ricardo Bastos - Vogal Suplente
Rui Fernandes - Vogal Suplente
A Assembleia Geral fica também marcada pela falta de interesse de vários clubes que não marcaram presença na Assembleia Geral.
É uma questão de dar e receber. Ontem como hoje há quem só saiba conjugar o último destes verbos...
ResponderEliminarDeviam andar ocupados com processos disciplinares e afins, e então não houve tempo/pachorra de ir à Assembleia Geral. Ou será que faltaram por ser uma 2ª feira e coincidir com horário de treino. É porque pedem sempre para ser às terças ou quintas por causa disso, e o Naval que é o único clube na Madeira que treina todos os dias tem de sacrificar sempre o dia que ´da mais jeito aos meninos para que não percam um dos raros dias de treino que têm.
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