Realizou-se no passado dia 2 de Outubro a X edição do Torneio do Atlântico, prova que contou com a presença de 12 atletas entre masculinos e femininos, 11 dos quais eram do Naval.
O Clube Naval conquistou então sem qualquer surpresa todas as medalhas de ouro em disputa e infelizmente só houveram combates em 3 categorias de peso, no entanto assistiram-se a alguns combates com um bom nivel.
Na categoria de -60Kg Décio Faustino não teve adversários vencendo assim o torneio, na categoria de -66kg Yanick d'Oliveira voltou à competição da melhor forma após uma paragem de cerca de 2 anos vencendo conquistando a medalha de ouro, Paulo Jesus foi Segundo classificado e Carlos Pereira terceiro.
Em -73kg aconteceu algo inédito na competição regional, uma das categorias normalmente mais disputadas não teve qualquer competidor inscrito, já nos -81kg participaram 3 atletas, tendo a vitória final sorrido a Luis Brito, ficando Tiago Vitor do Iate Clube Santa Cruz em segundo lugar e Diogo Cró em Terceiro. Na categoria de +90kg, Luis Ladeira venceu sem ter qualquer adversário na categoria.
Nos femininos 3 categorias em disputa e apoenas um combate realizado, nos -48kg e nos -63kg Inês Lopes e Débora Gouveia venceram as respectivas categorias sem adversárias. Nos -52kg Mariana Gonçalves venceu Diana Gouveia numa combate bem disputado e que apenas acabou no ponto de Ouro.
É de lamentar uma vez mais que se veja tão pouca participação nas provas a nivel Sénior especialmnete quando os outros clubes têm vários atletas federados nesse escalão mas participações em provas nem vê-los...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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Triste! Deplorável! Quer dizer que o Judo da Madeira desceu já assim tão baixo?!
ResponderEliminarOnde estão os atletas daquele grande clube que hoje manda e desmanda na Associação?!
Porquê que atletas medalhados nacionais nos escalões de formação abandonam assim, sem mais nem menos, a modalidade? Se calhar porque não se sentem cativados, não?
PS1: Com 1/3 do que a AJRAM investiu na altura em atletas como a Marta Freitas ou a Fabiana Freitas, atletas como a MARIANA GONÇALVES eram hoje, no mínimo, campeões nacionais de Juniores!
PS3: Só atletas com uma filosofia como a de um Nuno e ou de um Nélio sobrevivem actualmente no Judo regional; porque são genuínos, gostam da modalidade e não estão à espera de nada em troca (e têm também a sorte de "te terem" a ti).
PS3: Só a título de esclarecimento, no "meu tempo" foram investidos cerca de 20 0000 € no PAPEP, com contrato programa celebrado e devidamente assinado com o IDRAM. Para os que acham que o que veio a seguir (o tal do automobilismo) fez "milagres"... só se foi com o dinheiro que recebeu do investimento realizado pelos outros.
PS4: Continuo a pensar que é preferível oganizar dois ou três estágios regionais (cadê o Estagio Internacional da Madeira?!!) com cemn atletas do que ter mil carrinhas!
PS5: Está na hora de vocês, agora CINTOS NEGROS e já DOUTORES, tomarem conta daquilo que mais ninguém pode fazer tão bem como vocês!
Grande comentário, não no sentido da sua extensão mas no sentido do rico conteudo. Parece que as pessoas supostamente afastadas do Judo regional, que foram quase escorraçadas se formos mais correctos nas palavras continuam a ter um sentimento diferente quanto à modalidade.
ResponderEliminarÉ claramnete melhor fazer estágios ou provas do que investir em carrinhas, máquinas fotográficas sistemas de som, LCDs e etc.
Quero que fique bem registado que não quero nem nunca me passou pelo cabeça, nem está emplanos futuros tomar conta da associação, oJudo para mim é estar no tapete, é ai que me sinto bem e ai que penso que posso trabalhar como deve ser, e dou o meu apoio para o bem da modalidade sempre que necessário e ach que já foi provado várias vezes quer se queira quer não, o que me difere em relação aos outros, pelo menos tenho a consciência de não me meter onde sei que não tenho capacidade para trabalhar.
Houve erros no passado? Sim houve e todos temos consciÊncia disso. Mas penso que na associação de hoje falta alguém como Renato Azevedo, alguém com a mentalidade focada nos atletas.
Eu também não queria nem nunca quis. No entanto, dadas as circunstâncias de então, fui praticamente "empurrado" para essas funções.
ResponderEliminarEstou certo que dentro de dois/três anos algum de vocês pensará já de forma diferente.
Uma prova do calendário federativo com atletas de apenas um clube (à excepção de um atleta)?!!!
Cruzes credo! Raios ao ponto que isso chegou!
E a Federação ainda reconhece essa prova?!! Algo está mesmo muito mal. Lembro-me uma vez na Ponta do Sol (salvo ero na II edição) que ficámos sem fisioterapeuta e tivemos de "arranjar um" à pressa - o que eu fartei-me de rir nesse dia! Ainda por cima o Pestana começou a sangrar do nariz - só porque estava um gajo da federação a avaliar a prova!
Lembro-me perfeitamente dessa prova, foi quando tivemos a presença dos atletas Moldavos na altura ainda desconhecidos para todos nós e dois deles acabaram por abrilhantar a história do Judo da Madeira.
ResponderEliminarTivemos também a edição no Porto Moniz em que tivemos a presença de atletas do Algés e de uma comitiva inglesa, na edição que quanto a mim foi a melhor deste torneio. Havia também a descentralização de provas coisa que hoje em dia quase não acontece.
Quanto a tomar as redeas só disse que eu não o queria mas isso não quer dizer que os outros não estejam dispostos a fazê-lo e sabem que têm todo o meu apoio para tal.
Grandes memórias das provas e estágios desse tempo...
Era bom que vissem estes comentários só assim entenderiam que o judo aqui na madeira esta a perder-se,e uma pena pois temos bons atletas.
ResponderEliminarSou nova nisto mas sei que se a associação ajuda-se mais teríamos fortes hipóteses de chegar mais longe, pois não e com equipamento novo que vamos evoluir. E a minha opinião não e uma opinião muito sábia mas e a opinião de alguém que vê e sente as coisas.