
Sempre que vemos os grandes resultados do Judo Regional somos remetidos para resultados no feminino, resultados que começaram com as grandes prestações de Paula Saldanha mais recentemente acompanhados por Leandra Freitas, Mariana Gonçalves ou Inês Lopes.
Quando no feminino temos muitos e grandes resultados nos masculinos os resultados de relevo não são tantos, já passaram alguns nomes que deixaram marca no panorama do Judo Regional, mas poucos foram aqueles que deixaram marca fora da "fronteira" regional.
Vivemos largos anos sob a marca de Miguel Cró, o homem que dominava a bel prazer o Judo na Madeira (Salvo erro detem o record de titulos regionais absolutos), mas que sempre deixou muito a desejar nas provas fora da região, depois apareceram outros nomes como Marco Carvalho, o primeiro madeirense a ser parte integrante das selecções nacionais, no entanto as internacionalizações foram poucas e nunca chegou a se afirmar a nivel sénior. Anos mais tarde apareceu a dupla que prometia trazer um grande nome ao Judo regional no masculino, Joaquim Justino e Vitor Malho (aquele que na minha opinião foi o melhor judoca regional de sempre a nivel masculino), foram campeões nacionais de esperanças e prometiam um grande futuro, tendo mesmo Malho representado Portugal nas Jornadas Olimpicas da Juventude, acabariam por nunca confirmar as expectativas neles depositadas pois abandonaram a modalidade precocemente ainda em idade junior.
Enquanto as nossas meninas vão nos enchendo de orgulho, continuamos à procura de um nome masculino que leve o Judo Regional às "bocas do mundo".
Está provado que a nível nacional os masculinos têm mais dificuldade em conquistar o pódio. Por vezes é desmotivante ver as atletas femininas ganharam 2/3 combates e vencerem uma prova, enquanto que os masculinos precisam normalmente de 5 vitórias para conquistarem o ouro.
ResponderEliminarEm relação aos masculinos, é preciso mais trabalho para conquistar o nacional e ser reconhecido para representar além da MADEIRA, o nosso país.
Atletas femeninas, têm que continuar a trabalhar e seguir os bons exemplos para um dia mais tarde poderem "brilhar".
E o Tomás Freitas, não conta?!!!
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